Macau no Tempo Áureo do Comércio

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Neste obra, Maria Helena do Carmo volta a abordar aspectos históricos e sociais do território de Macau, enriquecendo-nos com o seu conhecimento ao mesmo tempo que nos transporta mentalmente a um outro tempo e a outro espaço, com a riqueza de pormenores que só quem lá viveu consegue transmitir. As suas obras, talvez devido à sua formação académica, têm muito mais de história do que de ficção, resultando de pesquisas documentais rigorosas e fontes primárias.

Como bem refere o escritor e investigador António Aresta, no seu prefácio à obra:

«Maria Helena do Carmo revisita como nenhum outro autor os grandes temas fracturantes da história de Macau, sejam personalidades singulares, sejam acontecimentos relevantes, em obras sucessivas: Uma Aristocrata Portuguesa em Macau no Século XVII, 2006 ; Mercadores do Ópio – Macau no Tempo de Quianglong, 2012 ; A Ilha do Ouro – Viagem de Emanuel Godinho de Herédia à Índia Meridional, 2014 ; Bambu Quebrado, 2014 ; Histórias de Amor em Macau, 2017 ; Pássaros de Ferro, 2018. Partindo de um conhecimento profundo e minucioso da história de Macau, constrói narrativas empolgantes com enredos bem urdidos até ao pormenor, prendendo a atenção do leitor do princípio até ao fim. Nestas narrativas há sempre um quadro axiológico com valores eufóricos e patrióticos, reconhecidos e assumidos em toda a sua extensão multicultural. Não esquecendo o elegante sentido de humor, o recorte psicológico das personagens, o estudado exotismo de um quotidiano diferente e a projecção de um orientalismo que recobre algumas descrições que o leitor valoriza, incluindo o modo de falar.»

A passagem por Macau do jovem escritor e cientista Pedro Gastão Mesnier, secretário particular do governador Visconde de S. Januário, ocorreu num período em que os negócios em Macau ganharam relevo com as migrações e o comércio do ópio.

Baseado em factos reais e documentos coevos, «Macau no Tempo Áureo do Comércio» foca a relação da colónia com o governo de Cantão na problemática questão das alfândegas chinesas, o sucesso alcançado em minorar abusos dos navegantes e agentes da emigração até esta se extinguir, e os contactos diplomáticos com outros países do Oriente.

Macau recebeu o rei do Cambodja, a visita do Grão-Duque Alexandre da Rússia, fez expedições ao Reino do Sião e ao Império do Japão. O enquadramento social macaense na década de setenta do Século XIX, retrata o quotidiano de uma cidade de gente abastada e bem divertida, diferente das épocas anteriores.

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